quinta-feira, 12 de junho de 2014
quinta-feira, 5 de junho de 2014
O seu nome é Paulino; tem doze anos. Nasceu no Vuende, Tete, e a sua história é curta. Uma manhã a mãe disse-lhe: - Hoje não vais à escola. Vem comigo à machamba onde o teu pai está a trabalhar. Saíram ambos, sós, da sua aldeia. Poucos metros adiante Paulino tinha uma mina [da Frelimo] a estoirar-lhe debaixo dos pés. Quando, tempos depois, chegou o helicóptero militar para o transportar ao hospital de Tete, foi um jovem sem duas pernas quem entrou no aparelho.
(De um panfleto do exército português de acção psicológica)
quinta-feira, 29 de maio de 2014
1,25 de cerveja pequena para cada militar
"Despacho do ministro do Ultramar autorizava a dotação de 1,25 de cerveja pequena/homem/dia para as Forças Armadas de Moçambique, a fim de ficar igual ao benefício concedido aos militares em Angola.
A isenção de imposto a produtos para consumo das forças em operações era regulada por uma portaria (19 501) de 1962 do Minstério do Ultramar que isentava de imposto de fabricação e consumo o tabaco e a cerveja destinados às Forças Armadas em Moçambique, mas como o articulado do diploma apenas referia as isenções do tabaco, a cerveja ficou de fora, pelo que o Governo decidiu isentar 2,5 milhões de litros, o que correspondia em 1972 a uma capitação de meia cerveja pequena/homem/dia.
Finalmente, com este despacho do ministro do Ultramar, a capitação passava para os 1,25."
Do Livro nº 13 Os Anos da Guerra Colonial, Correio da Manhã, de 20 de Maio de 2009
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| Militares da C. caç. 4242 num momento de descontração |
Finalmente, com este despacho do ministro do Ultramar, a capitação passava para os 1,25."
Do Livro nº 13 Os Anos da Guerra Colonial, Correio da Manhã, de 20 de Maio de 2009
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Quartéis - Capelas Imperfeitas
(...) Os quartéis dispunham de instalações fixas, melhores ou piores segundo as circunstâncias, com órgãos de comando, administrativos e logísticos e foi nela que assentou o dispositivo militar português, sendo o mais típico da guerra o quartel da companhia, onde viviam o seu dia-a-dia cerca de 200 homens, comandados por um capitão. (...)
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| Quartel em Mandimba, Niassa, 1972-74 |
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| Ruínas do quartel em Mandimba, 2010 http://ccac3468.blogspot.pt/ |
quarta-feira, 14 de maio de 2014
CONVIVIO 2014
Azevedo enviou uma hiperligação para o blogue:
Bem!... O nosso convívio, este ano, vai ter lugar em Braga, de acordo com o que no ano passado deliberamos em Gaia. A data é 5 de Julho no Alívio, Soutelo Vila Verde, restaurante "MARTINHO". Brevemente seguirão cartas com programa.
Abraço,
Azevedo
Bem!... O nosso convívio, este ano, vai ter lugar em Braga, de acordo com o que no ano passado deliberamos em Gaia. A data é 5 de Julho no Alívio, Soutelo Vila Verde, restaurante "MARTINHO". Brevemente seguirão cartas com programa.
Abraço,
Azevedo
sábado, 10 de maio de 2014
Completamente nús...
(...) Alguns elementos da Frelimo ter-se-ão posto em fuga completamente nus, pois encontravam-se a descansar nas palhotas quando foram surpreendidos pelas nossas tropas da C. Caç. 4242, e tinham a roupa a secar. O número provável de elementos seria de 10 guerrilheiros e 5 mulheres, sendo o chefe da base um tal Eugénio Agia, conforme carta encontrada na palhota do mesmo.(...)
In História da C. Caç. 4242
Ler aqui o texto completo
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| Foto extraída de http://o-lado-oposto.blogspot.pt/ |
In História da C. Caç. 4242
segunda-feira, 5 de maio de 2014
BED LEGS "You Girl" - Nilton - 5 Para a Meia Noite
É a banda musical na qual participa o Helder, filho do nosso Azevedo.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Mensagem do Mota
Camaradas nas minhas pesquisas pela internet encontrei algumas fotos do que foi a nossa casa em Mandimba; para verem essas fotos vão ao blog da C.CAC 3468:
http://ccac3468.blogspot.pt/
http://ccac3468.blogspot.pt/
Um abraço a toda a família da c.caç. 4242
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Ameaças da Pide
Azevedo enviou uma hiperligação para o blogue a respeito do 25 de Abril de 1974:
O Ferrão [inspector da Pide em Mandimba] ameaçou-me com prisão depois de eu ter dito que se tinha dado um golpe de estado [em Lisboa]. Eu, na dúvida, amuei e no dia seguinte, conjuntamente com o Borges, fomos enfrentar e desafiar o touro, tipo, prende agora!!... Mas ele ficou calado, como é evidente.
Abraço do Azevedo
O Ferrão [inspector da Pide em Mandimba] ameaçou-me com prisão depois de eu ter dito que se tinha dado um golpe de estado [em Lisboa]. Eu, na dúvida, amuei e no dia seguinte, conjuntamente com o Borges, fomos enfrentar e desafiar o touro, tipo, prende agora!!... Mas ele ficou calado, como é evidente.
Abraço do Azevedo
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Mensagem do Mota
Milton Mota enviou uma hiperligação para o blogue:
Ó Azevedo conta lá aquela em que tiveste ameaça de ser preso pela PIDE em MANDIMBA no dia 25 de Abril [1974].
Um abraço para toda a família C. Caç. 4242.
Milton Mota
Ó Azevedo conta lá aquela em que tiveste ameaça de ser preso pela PIDE em MANDIMBA no dia 25 de Abril [1974].
Um abraço para toda a família C. Caç. 4242.
Milton Mota
domingo, 13 de abril de 2014
Uma Estória Que Não Aconteceu
(...) que teria ocorrido há coisa de 8 dias [12Ago74] num posto de [M'Ponda] fronteira do Malawi, nas cercanias [a ocidente] de Mandimba. Certa tarde alguns porta-vozes lançam, sobre os muros da guarnição portuguesa [CCac4242/72 ali aquartelada há 21 meses], um apelo da FRELIMO à "fraternizaçâo": "Saiam sem armas para dar o abraço da fraternizaçâo". No interior do posto há uma concentração: "Porque não, se afinal de contas a guerra acabou e negocia-se a independência?". E eis que os bravos soldados portugueses (que em 15Ju174 tinham sofrido 2 mortos em combate], se lançam afectuosamente nos braços estendidos dos guerrilheiros que os aguardam com largos sorrisos descobrindo os dentes brancos. Abraçam-se com grandes palmadas nas costas e, logo a seguir, os terroristas sacam das armas e fazem-nos a todos prisioneiros. Foi assim que 150 homens foram capturados. O alerta foi dado por dois atrasados que tinham a "fraternizaçâo" lenta. A partir daí, as versões divergem: alguns afirmam que os 150 soldados foram massacrados a alguns quilómetros do local: outros, que foram conduzidos cativos ao Malawi. O mais verosímil é que tenham sido libertados após uma intervenção do comandante da FRELIMO da região de Tete, Raimundo Dalepa.»
O documento onde surgiu esta informação encontra-se clicando no link abaixo. Como é um documento com 77 pag., pode lê-lo integralmente ou apenas a pag. 37.
http://ultramar.terraweb.biz/AbreudosSantos/197408_x.pdf
Em relação à disparatada notícia recebemos as seguintes opiniões:
1. Simas enviou o seguinte comentário sobre a publicação : "Amigo Almeida,
Ainda não li Uma Estória Que Não Aconteceu bem mas respondo-te rapidamente.
A descrição, pelo menos quanto ao local e à chacina, é falsa.
De resto a História da nossa CCAÇ, que até registava os percursos de chegada dos médicos, não deixaria passar tal acontecimento que como sabes não consta lá.
Julgo ter ouvido falar numa cena parecida mais para cima para o Rovuma mas sem chacina.
Um abraço amigo."
2. Azevedo enviou o seguinte comentário sobre a publicação Uma Estória Que Não Aconteceu:
"Falsidade pura. O que se passou realmente, foi a ocorrência da morte de dois camaradas, quando regressavam do Monhahery para Mandimba e também de um curto encontro havido com alguns elementos da Frelimo, no largo do Chipa, junto à tasca do Régulo, com uma ligeira passagem pelo Quartel em Mandimba, suponho!...
Nas duas situações estive presente, na primeira como chefe da secção das evacuações e na segunda, como membro destacado pela Companhia para o efeito. De resto, nós regressamos de boa saúde em coluna militar até Nampula, onde até tivemos a companhia do velho Cassiano (cantineiro) com o seu toyota, depois de termos feito entrega do quartel à PSP, na pessoa do subchefe que na altura comandava a secção. Eu até gostava de visitar a Mandimba de agora!..."
3. Do nosso companhero Pires de Lima que esteve no destacamento de Belém:
Caro camarada:
Não nos conhecemos mas andamos juntos. Ao ler alguma coisa sobre a CCaç.4242, reparei que falam na entrega de uma companhia nas mãos da Frelimo por pensarem que eram todos irmãos. Essa companhia estava em OMAR, no Rovuma. Conheço um colega desse tempo que estava naquela zona salvo erro em Nangade e que veio a pé para Mueda.
Omar era atacada todos os dias e em todos os momentos. A minha companhia esteve em Cabo Delgado - Antadora - (Fevº 71 a Julho 72) antes de irmos para Belém. Quando desembarcaram em Belém para irem para Mandimba, eu estava lá. Eu sou o ex-Furriel Miliciano Lima ( CCav.3320) que segui com a escolta quando o comboio foi minado. Aliás foi a última escolta que fiz pois nós regressamos a Lisboa em Abril.
Saudações de combatente.
O documento onde surgiu esta informação encontra-se clicando no link abaixo. Como é um documento com 77 pag., pode lê-lo integralmente ou apenas a pag. 37.
http://ultramar.terraweb.biz/AbreudosSantos/197408_x.pdf
Em relação à disparatada notícia recebemos as seguintes opiniões:
1. Simas enviou o seguinte comentário sobre a publicação : "Amigo Almeida,
Ainda não li Uma Estória Que Não Aconteceu bem mas respondo-te rapidamente.
A descrição, pelo menos quanto ao local e à chacina, é falsa.
De resto a História da nossa CCAÇ, que até registava os percursos de chegada dos médicos, não deixaria passar tal acontecimento que como sabes não consta lá.
Julgo ter ouvido falar numa cena parecida mais para cima para o Rovuma mas sem chacina.
Um abraço amigo."
2. Azevedo enviou o seguinte comentário sobre a publicação Uma Estória Que Não Aconteceu:
"Falsidade pura. O que se passou realmente, foi a ocorrência da morte de dois camaradas, quando regressavam do Monhahery para Mandimba e também de um curto encontro havido com alguns elementos da Frelimo, no largo do Chipa, junto à tasca do Régulo, com uma ligeira passagem pelo Quartel em Mandimba, suponho!...
Nas duas situações estive presente, na primeira como chefe da secção das evacuações e na segunda, como membro destacado pela Companhia para o efeito. De resto, nós regressamos de boa saúde em coluna militar até Nampula, onde até tivemos a companhia do velho Cassiano (cantineiro) com o seu toyota, depois de termos feito entrega do quartel à PSP, na pessoa do subchefe que na altura comandava a secção. Eu até gostava de visitar a Mandimba de agora!..."
3. Do nosso companhero Pires de Lima que esteve no destacamento de Belém:
Caro camarada:
Não nos conhecemos mas andamos juntos. Ao ler alguma coisa sobre a CCaç.4242, reparei que falam na entrega de uma companhia nas mãos da Frelimo por pensarem que eram todos irmãos. Essa companhia estava em OMAR, no Rovuma. Conheço um colega desse tempo que estava naquela zona salvo erro em Nangade e que veio a pé para Mueda.
Omar era atacada todos os dias e em todos os momentos. A minha companhia esteve em Cabo Delgado - Antadora - (Fevº 71 a Julho 72) antes de irmos para Belém. Quando desembarcaram em Belém para irem para Mandimba, eu estava lá. Eu sou o ex-Furriel Miliciano Lima ( CCav.3320) que segui com a escolta quando o comboio foi minado. Aliás foi a última escolta que fiz pois nós regressamos a Lisboa em Abril.
Saudações de combatente.
Mail enviado ao amigo Fernando Gil que alertou para o facto:
"Caro amigo Fernando Gil
Desde já o meu bem-haja por me ter enviado o mail e aquele documento “Raimundo Dalepa”.
O assunto relatado naquele documento é surrealista:
1.É verdade que a C. Caç. 4242/72 esteve aquartelada em Mandimba desde 28 de Novembro de 1972 até fins de Setembro/princípio de Outubro de 1974.
2.É verdade que sofremos 2 mortos no dia 15 de Julho de 1974.
3. É verdade que a localidade de M`ponda – a caminho do Napulo, muito perto do Lago Amaramba - pertencia à nossa área de acção, só que não havia lá nenhum posto de aquartelamento das nossas tropas, pelo que os factos relatados, a existirem, não teriam acontecido nesse aldeamento, mas sim em Mandimba.
4.É certo que a partir de Agosto (?) de 1974 se registou o cessar-fogo, pelo que terminaram os actos bélicos, surgindo, com naturalidade, a tolerância mútua.
5.Nunca se registou nenhum acto de fraternização, nem abraços, nem qualquer outro tipo de manifestação entre as nossas tropas e os elementos da Frelimo, nem qualquer tipo de diálogo efusivo como é referido no documento.
6. É mentira que a Frelimo tenha feito prisioneiros. Tal facto nunca aconteceu. As manifestações que existiam entre a Frelimo e as populações eram realizadas nos aldeamentos e, quando em Mandimba, nos jardins da Administração, mesmo em frente ao nosso aquartelamento.
7.No documento fala em 150 homens. A nossa companhia tinha um número inferior ao apontado.
8.Resumindo: as tropas não fraternizaram com as da Frelimo, não houve prisioneiros nem mortes daí resultantes. Houve sim uma manipulação descarada dos acontecimentos, patente no relatório que estamos a confrontar.
9.A primeira vez que uma delegação da Frelimo entrou no nosso quartel foi em 29 de Setembro de1974, conforme relata a história oficial da Companhia: “Uma comissão da FRELIMO visitou esta [Companhia 4242/72], efectuando um comício [nos jardins da Administração] no dia 29.” (Pag. 108)
Caro Fernando Gil, esta é a minha versão dos acontecimentos. Já pedi a outros companheiros que me relatassem a sua versão. Se existir algo de relevante, comunicarei consigo.
Um abraço
Manuel Cesário Almeida"
Aceitam-se comentários de quem possa confirmar ou desmentir estas atoardas. O nosso comandante de companhia deve ter informação valiosa que poderia esclarecer alguns factos. Eu sei que ele lê o blogue. Espero a sua colaboração.
Um abraço para todos.
Aceitam-se comentários de quem possa confirmar ou desmentir estas atoardas. O nosso comandante de companhia deve ter informação valiosa que poderia esclarecer alguns factos. Eu sei que ele lê o blogue. Espero a sua colaboração.
Um abraço para todos.
domingo, 6 de abril de 2014
Mensagem do companheiro Manuel da Costa
Manuel Costa deixou um novo comentário na mensagem "CATUR":
CATUR FOI O LUGAR PARA ONDE A MINHA COMPANHIA FOI TRANSFERIDA, VINDA DE TEN VALADIM, EM 1967 E ONDE DEIXÁMOS MUITAS VIDAS E DE ONDE TROUXEMOS MUITOS FERIDOS. NO 1º DIA QUE CHEGUEI AO CATUR, NEM TIVE DE CONHECER O QUARTEL, POIS TIVE QUE REGRESSAR Á PICADA COM UM PELOTÃO LEVANTAR UMA MINA QUE ALGUÉM VIU COLOCAR. DE REGRESSO Á ESTAÇÃO, ACABAVA DE CHEGAR O COMBOIO COM MAIS HOMENS DO BATALHÃO QUE NOS VEIO RENDER, BAT.1918 E LOGO EU SOU SOU ENGATADO PARA FAZER O SEU TRANSPORTE. NÃO FUI ATÉ VALADIM , MAS FUI A NOVA VISEU. ESTA VIAGEM FOI ATRIBULADA PARA MIM POIS CHEGUEI A ANDAR SOZINHO NO MATO, ABANDONADO DURANTE MUITOS QUILÓMETROS E TEMI MUITO PELA MINHA VIDA, POIS O PELOTÃO QUE ME DEVIA DAR PROTEÇÃO ENTENDEU QUE DEVIA PÔR O PÉ NO ACELARADOR E TOCA A ANDAR. FELIZMENTE QUE A SORTE NESSE DIA ESTEVE DO MEU LADO E CHEGUEI COM VIDA A V. CABRAL. É ENTÃO QUE DE SEGUIDA VOU CONHECER O MEU NOVO QUARTEL(CATUR); AQUI SOFRI UMA DESILUSÃO. QUARTEL NÃO EXISTIA, ERA UM DESCAMPADO E OS MEUS COLEGAS A DORMIR EM TENDAS DE CAMPANHA, COMO EU TIVE QUE GRAMAR. POSTERIORMENTE ESTÁVAMOS A CONSTRUIR O 1ºQUARTEL, QUE DEPOIS VEIO A SER MUITO REMODELADO. AQUI PASSÁMOS MUITO POUCO TEMPO, POIS FELIZMENTE FOMOS TRANSFERIDOS PARA V.PERY E AQUI SIM TIVEMOS UM BOM SOSSEGO. DE CATUR,SÓ 2 RECORDAÇOES: FOME NO QUARTEL E BARRIGA CHEIA NA CARRUAGEM RESTAURANTE DO COMBOIO; CAMARÃO E LAURENTINA, ATÉ ESGOTAR O STOCK DA COZINHA.
A TODOS QUANTOS A SEGUIR A MIM PASSARAM POR ESTE QUARTEL, UM ABRAÇO...
MANUEL COSTA, CCS,BAT 1889.1966 A 1968
domingo, 23 de março de 2014
Quem é quem?
segunda-feira, 17 de março de 2014
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