quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Mensagem do Mota

Há dias recebi um telefonema do nosso amigo Almeida (psícola) que tinha alguém ao lado dele que me queria cumprimentar; quem seria? Para meu agrado e de todos nós saiu o nosso camarada VEIGA, ex. furriel da C.CAÇ 4242.
Quem é o VEIGA?
É aquele individuo (natural de Nampula) que apareceu em Mandimba  e que calçava botas n.º 45, um tamanho acima da média. As ditas botas eram tão grandes que o nosso amigo Azevedo as calçava sempre quando bebia uns copos, pois serviam-lhe de base de sustentação - o Azevedo calça o 38!...
O Veiga, além de calçar botas 45 - um tamanho grande - também tem um coração ainda maior, pois é dos camaradas que sempre é lembrado quando nos reunimos nos nossos jantares anuais, pelo que desde já faço daqui um apelo ao VEIGA para este ano estar presente no próximo jantar convívio, para receber um abraço de todos nós.
Mota e Veiga


Paixão, Mota e Veiga
Aqui envio duas fotos datadas de maio/junho de 1974; uma tirada na messe de sargentos com o Paixão a dar-me bebida na boca para eu não me cansar muito e o Veiga. E outra, tirada, sentados sobre a obra de arte dirigida e executada pelo nosso amigo Macedo: O PAIOL.

Um abraço para toda a família da C.CAÇ 4242.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Operação Munhehere


OPERAÇÃO MUNHEHERE
Extracto oficial do Relatório da Companhia
15JUL74
Hoje, pelas 12,30 h, quando o GRUPO COMB ROLA regressava do destacamento de Munhehere, [a viatura em que seguiam] accionou uma mina A/C em região coord. (1358,5:3556), muito próximo da povoação de JUMA, causando 12 feridos às NT, entre os quais 4 gravemente feridos e [ainda] 2 elementos da POP, também em perigo de vida.
Supõe-se que o referido engenho explosivo tinha sido colocado pouco antes.
A viatura Unimog 404 ficou parcialmente [?] destruída.
A evacuação dos feridos continua a fazer-se a a partir de Belém.
Um GR COMB deslocou-se ao local e prosseguem as averiguações.
(……)
BAIXAS
ABATES:
- 1ºCABO – 06797972 – ANTÓNIO DA COSTA OLIVEIRA

-SOLD – 06566072 – ANTÓNIO DA CUNHA FERNANDES
Faleceram na 1ª ENF MILITAR REGIONAL, em 16JUL74, para onde haviam sido evacuados, por motivo de acidente em campanha. [Leia-se morte em combate]

sábado, 10 de setembro de 2016

Cobra mamba

Mecanico Gudossone, militar da c. caç 4242
que serviu Portugal
Mamba-negra é a segunda serpente maior e mais venenosa do mundo, vivendo a maior parte do tempo no solo, mas pode escalar árvores com facilidade. O seu veneno causa paralisia, podendo levar a vítima à morte se não for tratada rapidamente. Se a picada for na região do pé ou na canela pode levar de 2 a 4 horas para a vítima ver a morte.
O sold. GE nº 1151/72, da C. Caç. 4242, Mecanico Gudossone, faleceu com a picada desta serpente. Foram necessárias poucas horas para fazer sucumbir este corpulento soldado africano. Nem a evacuação heli lhe serviu de remédio. Chegou ao hospital de Vila Cabral já cadáver.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Lenda da origem do nome Mandimba


"Quando os Portugueses entraram em Moçambique, a localidade de Mandimba era conhecida por 'Nlenga', que significa: “quem tem sorte vive, quem não tem, morre.
Nlenga situava-se numa serra e era lá que viviam os Portugueses. Os nativos eram capturados e levados para a serra para trabalhos forçados e muitos morriam, incluindo os próprios chefes portugueses.
Existia um lugar na área de Equimepe conhecida por Pamponechela que significa: “Logo se vê onde se bate nas pessoas,” porque dali podia-se ver a serra onde viviam os Portugueses.
Conta a lenda que o chefe nativo, Mulolo, provocou um tipo de trovoada que destruiu as casas dos Portugueses sem os matar, mas obrigou-os a descerem e a transferirem o GDM para baixo porque eles não tinham autorizaçāo para viver na serra nem para maltratar os nativos.
Conta ainda a lenda que havia um rio de nome Mandimba que nascia num pântano, no Malawi junto de uma abertura que parecia um tanque. Ao lado do tanque havia um caminho por onde as pessoas passavam. Nesse lugar sempre se ouvia o ruído de batuque. Na língua local, esse ruído chamava-se Xindimba. Também em Munheyere, num caminho que passava junto a uma serra ouvia-se o Xindimba.
Os Portugueses associaram o nome do rio Mandimba ao barulho Xindimba e baptizaram a sua nova terra de Mandimba."
By my friend TIM

sábado, 25 de junho de 2016

31º CONVÍVIO - DISCURSO DO SIMAS

(...)
Seguindo o lema sejamos generosos no elogio e comedidos na critica e porque não vem nem podia vir na História da CCAÇ 4242, é altura de todos nós tomarmos conhecimento, de duas intervenções decisivas do Capitão Moreira Nunes no sentido da nossa Companhia não ter sido mais sacrificada e ou martirizada.
A primeira foi que, quando chegados à Beira e depois também em Nampula, nós que tínhamos Guia de Marcha para Mandimba, haviam forças ocultas de altas esferas que nos queriam empurrar para outros sítios mais “quentes”. O Capitão Nunes, e bem, fez o que tinha a fazer que foi o de defender com firmeza o local a que inicialmente estávamos destinados – Mandimba.(...)

Para ler o discurso completo CLICAR AQUI

quinta-feira, 23 de junho de 2016

MISSÃO CUMPRIDA

No passado dia 11 de Junho os militares da C.CAÇ. 4242 dirigiram-se em passo acelerado até Nisa, desta vez devidamente enquadrados pelo comandante, Capitão Moreira Nunes que se fez acompanhar, para além dos operacionais do costume, pelos Furriéis Simão enfermeiro, pelo  Almeida vago e pelo Almeida Psícola.
Depois da formatura geral junto ao Posto de Turismo daquela bonita Vila Alentejana, a Companhia avançou para a operação “Cadeia Nova” fazendo um assalto a um bonito Castelo muito antigo, com o objectivo de libertar todos os presos que lá estavam.
A Companhia avançou para a operação
"CADEIA NOVA"
                                           
Esta operação, mais que justificada pelo facto da Justiça Portuguesa apenas privar a liberdade de pequenos delinquentes deixando os outros de fora, foi coroada de êxito pois que foram apanhados à mão os dois guardas prisionais de serviço e libertados os 11 prisioneiros que lá se encontravam sem que houvesse feridos de parte a parte.
A Companhia esfomeada regressou à “Flor do Alentejo” cujo rancho foi preparado pelo Joaquim Cebola, mais conhecido por Nisa.
Contrariamente ao que a Companhia estava habituada com o Vago Almeida, que era uma vez corvina com arroz outra arroz com corvina cozinhada pelo Gordinho, saiu um belíssimo manjar que, tanto quanto me recordo, passou por pezinhos de tomatada, bacalhau no forno e bochechas de porco, tudo muito bem cozinhado e regado com vinho de garrafa sem rótulo.
Seguiu-se um digestivo à maneira, tendo o Simão, lembrando-se de tempos antigos, distribuído muitos Kompensãs para normalizar os estâmagos saciados excessivamente.
Seguiram-se as despedidas e o regresso ás casernas para descanso. Até para o ano malta.
NOTA: Texto para ser inserido na História da CCAÇ. 4242.
Miguel Simas

terça-feira, 21 de junho de 2016

sábado, 11 de junho de 2016

31º CONVÍVIO FOI EM NISA

OBRIGADO A TODOS OS PRESENTES.
OBRIGADO AO ORGANIZADOR: Joaquim Cebola "NIZA"
Foi um êxito.
Da esq. para a dir: Fevereiro Filho, Cerqueira, Psícola, Simas, Amarante, Moreira Nunes, Teixeira, C. Almeida, Rato, Borges, Carrola, Niza, Francelos, Capelas, Baião, Marques, Santos Silva, F. Macedo, Aguiar, Reis. J. Macedo, Simão, Santos e Nunes.
Em breve daremos mais notícias.

terça-feira, 7 de junho de 2016

31º Convívio é em Nisa

Agradece-se a todos os convocados e inscritos para o 31º Convívio em Nisa que compareçam, se possível, até às 11,30 horas  na Praça da República para uma troca e partilha de quotidianos da história da nossa companhia, não esquecendo os jovens que fomos e os homens que somos. 
Um elo comum a todas as histórias da companhia são as estórias que cada um de nós poderá reviver.
Boa viagem a todos.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

GUIA DE MARCHA PARA NISA

Mensagem do Simas:

Caros companheiros de armas
As minhas maiores saudações.
Eu e a minha companheira Ana já temos em nossa posse a "Guia de Marcha" que nos levará à capital no dia 9.
Simas e Ana, vindos dos Açores,
 a caminho de Nisa

O destino é a nossa apresentação no quartel general Flor do Alentejo, em Nisa, no dia 11 de Junho.
Tendo passado mais de dois anos das nossas vidas, quiçá os melhores da nossa juventude, em comunhão de perigos e dificuldades com a generosidade e entreajuda próprias daquela idade, faço um apelo para que nos juntemos para nos abraçarmos e comemorar a vida que ainda temos e a saúde que nos resta.
Um abraço a todos. Passem bem e... até lá!
Miguel M. Simas
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Mensagem do Capelas
Olá camarada e amigo Almeida,
Saudações para todos vós.
Por várias vezes recebi as vossas notícias sobre o grande encontro no dia 11 deste mês. Já fiz um comentário no Nosso blog,mas faço aqui novamente, porque desejava estar convosco este ano, mas por motivos familiares não tenho a certeza se poderei estar.
Mas se entretanto se poder ir, gostaria de saber se dava para avisar dois ou três dias antes.
Alem de morar em Lisboa, tenho também outra casa em Amieira do Tejo, que pertence a Nisa. Fica a 12 km. de distância.
Por isso se nessa altura estiver em Amieira do Tejo, estou perto.
Um abraço, e sempre ao dispor.
Joaquim Capelas, ex. corneteiro da CC 4242

Mensagem do Azevedo
"Não me vai ser possível estar presente no encontro em Nisa, o que lamento!!...
A única razão, prende-se com o facto de na mesma data estar em digressão pela Costa Alentejana, no convívio/passeio do Clube do Pessoal da EDP, delegação de Braga, (na qualidade de presidente da direção), convívio esse, agendado e aprovado no plano de atividades  para o corrente ano, em Dezembro de 2015.
Resta-me desejar a todos os CCAÇ. 4242 muita saúde, desejar um bom convívio aos que tiverem a oportunidade de ir a Nisa e também pedir para que, o convívio do próximo ano, fique em Nisa definido, com marcação de data e local.
Abraço do Azevedo. "

Mensagem do Joaquim Vigário
Venho por este meio informar que não me é possível estar presente no convívio em Nisa.
O meu filho e a minha mulher estão de novo a explorar o velho restaurante "Mira Freita",que nesse dia está lotado. Eu não me sinto à vontade para fazer a viagem sozinho. Por isso peço desculpa a todos os camaradas, principalmente ao Cebola.
Um abraço a todos
Joaquim Vigário