segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Mensagens do Azevedo

Azevedo enviou-lhe uma hiperligação para o blogue:
Grande amigo Milton Mota: Como eu recordo a 2M, a Manica e a Laurentina. Como eu recordo também, Mandimba..., por isso, arranca e faz um programa para lá podermos saborear o produto e analisar a actualidade. Abraços. Azevedo

sábado, 1 de janeiro de 2011

Mensagem do Magalhães

Amigo ex combatente, em primeiro lugar e dado a quadra que atravessamos desejo que passe um bom NATAL e que o ANO NOVO nos traga coisas boas; em segundo devo dizer que aprecio o seu [nosso] blog dado eu também ter estado por essas bandas ou seja, Massangulo em 73-74 e cheguei a estar no vosso quartel, a historia ficará para outra altura.Em terceiro gostava de saber se o JOAO ALVES DIAS, é o ex furriel "Ge" que esteve exatamente em massangulo, caso afirmativo gostaria de obter o contacto. Um abraço
Magalhaes

Mensagem do Mota

"Olá camaradas!! Como é bom saborear uma Laurentina com camarão, em Moçambique!!
Estou à vossa espera para saborearem comigo uma Laurentina e o dito camarão!
Desejo um bom ano novo a todos os camaradas de C.Caç.4242. Até breve."
Psicola, isto é para publicitar no blog, para criar água na boca do pessoal. Porque esta Laurentina é filha única. Temos dir a Moçambique a ver se ainda há lá mais!! =)
Um abraço,
Mota

Mensagens do Azevedo

Azevedo enviou-lhe uma hiperligação para o blogue: [o administrador pede desculpa pelo atraso]

Bom natal e excelente ano novo, para todos os cacaç 4242, seus familiares e amigos. Aquele abraço, Azevedo

Boas saídas do 2010 e excelentes entradas no 2011. Até sempre. Abraços, Azevedo.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Chegada a Moçambique

Toda a C. Caç. 4242 foi apresentada na Beira às 11,30h do 29NOV.1972, onde permaneceu até às 09,30h do dia 01DEZ.1972, data em que marchou para Nampula, por via aérea, nos aviões fretados da DETA, onde chegaram às 12,00h do dia 01DEZ.1972. De Nampula seguiu esta C. Caç. para o seu destino: MANDIMBA, onde chegou às 21,30h do dia 02DEZ.1972, rendendo a CART. 2764, o que se efectivou às 05,00h do dia 03DEZ.1972.
Fonte: História Oficial da Companhia

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Mensagem do Simas

Simas enviou o seguinte comentário sobre a publicação Uma Estória Que Não Aconteceu: "Amigo Almeida,
Ainda não li bem mas respondo-te rapidamente.
A descrição, pelo menos quanto ao local e à chacina, é falsa.
De resto a História da nossa CCAÇ, que até registava os percursos de chegada dos médicos, não deixaria passar tal acontecimento que como sabes não consta lá.
Julgo ter ouvido falar numa cena parecida mais para cima para o Rovuma mas sem chacina.
Um abraço amigo."

Mensagem do Azevedo

Azevedo enviou o seguinte comentário sobre a publicação Uma Estória Que Não Aconteceu:
"Falsidade pura. O que se passou realmente, foi a ocorrência da morte de dois camaradas, quando regressavam do Monhahery para Mandimba e também de um curto encontro havido com alguns elementos da Frelimo, no largo do Chipa, junto à tasca do Régulo, com uma ligeira passagem pelo Quartel em Mandimba, suponho!...
Nas duas situações estive presente, na primeira como chefe da seccção das evaquações e na segunda, como membro destacado pela Compenhia para o efeito. De resto, nós regressamos de boa saúde em coluna militar até Nampula, onde até tivemos a companhia do velho Cassiano (cantineiro)com o seu toyota, depois de termos feito entrega do quartel à PSP, na pessoa do subchefe que na altura comandava a secção. Eu até gostava de visitar a Mandimba de agora!...
Abraços do Azevedo".

domingo, 7 de novembro de 2010

Pôr do Sol em Mandimba 1972/74

E o 25 de Abril tão perto...

29MAR1974 - Pelas 11,00 horas foram detectados dois engenhos explosivos: uma mina A/C [anti-carro] e outra A/P [anti-pessoal], na região coordenadas 1416,5.3612. O grupo inimigo estimado em 6 elementos, terá accionado engenho explosivo A/P, tendo deixado rastos de sangue na direcção SW-NE. Duas secções "GATO" que tomavam parte na acção 208, levantaram o referido engenho explosivo, tendo prosseguido a missão inicial. As NT [nossas tropas] do grupo de combate "GALO" patrulham a picada entre as zonas de Chipa e Minhomar. O grupo de combate "RATO" procede a buscas no local, iniciando a perseguição até ao limite da nossa ZA [zona de acção].
História oficial da C. Caç. 4242/72

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Mensagem do Azevedo

Azevedo enviou uma hiperligação para o blogue:

"Parece-me que o Mecanico era 1º. cabo GE, ou será que estou enganado? Fui eu que conduzi o furriel enfermeiro Simão ao local onde foi mordido, junto à sua habitação, na tentativa de o tratar, mas já era tarde.
Abraço Azevedo."

Está correcto, Azevedo.
Pag.35 da história da companhia: [Março de 1973] 1. GRADUAÇÕES/TRANSCRIÇÃO - Que por despacho de 1 JAN.1973, foram graduados em 1º CABO GE os seguintes soldados GE, do GE 401:
- Sold GE - 1151/72 - MECANICO GUDOSSONE
- (....)

sábado, 7 de agosto de 2010

Mensagem do Azevedo

Azevedo enviou uma hiperligação para o blogue:

É período de férias, eu sei. Por isso, vivei a época da melhor forma, aproveitai o tempo, pois os sessenta, para uns já são uma realidade e para outros, essa realidade está para breve.
Abraços do Azevedo.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Mensagem de Helder Guerra

Bom Dia, Sr. Almeida
Envio a foto do Grupo do vosso convivio na Serra da Freita, conforme prometido, para o vosso site.
Cumprimentos
Helder Guerra

domingo, 11 de julho de 2010

Moçambicando

PESCARIAS
Pescaria Cardoso, Pescaria Cassiano, etc, - nomes familiares de possessões piscatórias junto ao lago Amaramba, sinais dos tempos de exploração dos cidadãos africanos em tempos que já lá vão. [Veja no Google]

CERVEJA 2M

Em 1875, Mac-Mahon, enquanto presidente de França, decidiu a favor de Portugal numa contenda com a Grã-Bretanha no que se refere à posse da região sul de Moçambique.
Este viria a dar o nome a uma marca de cerveja tão popular em Moçambique e tão querida dos militares: 2M [Mac-Mahon]

BAILARINA
Era o nome de uma mina anti-pessoal – nome técnico M2A4? – que os militares portugueses da guerra do Ultramar bem conheciam. Quando accionada, levantava-se do solo até à altura aproximada de 1 metro, rodopiava (bailava, daí o nome popular) e estilhaçava em seguida, provocando lesões fatais.